Autores: Jon Talber / Ester de
Cartago[1]
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Um educador consciente de suas limitações, tende a ser mais
compreensivo, tornando-se um aliado, disposto a ajudar suas crianças; isso
inclui seus filhos e alunos.
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A educação verdadeira começa com o pai ou o
educador, que deve primeiramente compreender-se, ver a si mesmo, como é e age,
em casa e na rua, e então livrar-se dos padrões que criam os comportamentos
desajustados, tudo aquilo que não educa. Isso é fundamental, porque aquilo que
eles são como adultos, inseridos nessa cultura social, ou nação, com seus
vícios, seus hábitos, suas crenças, isso, eles transmitem para seus filhos e
educandos. Se ele, o adulto, não for educado corretamente, o que pode dar para seus educandos senão aquilo no qual ele próprio crê, ou prefere? E os seus pontos de vista, as conclusões e conjunto de valores que já fazem parte do seu caráter? O problema não é então educar a criança, mas educar o educador. Isso vale para os pais ou qualquer outro que se proponha a ensinar, ou constituir família. | |||||||||||||
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“Ninguém é tão grande que não possa aprender, nem tão pequeno que não possa ensinar”. Esopo
terça-feira, 24 de abril de 2012
O Educador e a Educação
sábado, 21 de abril de 2012
Onze passos para se identificar problemas psiquiátricos
Uma pesquisa nos EUA identificou 11 sinais simples para descobrir se uma criança tem problemas mentais
Um grupo de especialistas em saúde mental de todo os Estados Unidos, alarmados com o número crescente de crianças que lutam contra transtornos psiquiátricos não diagnosticados, formulou uma lista de 11 sinais simples para identificar uma doença mental.
O objetivo é tornar mais fácil para que pais, professores, pediatras e outros que trabalham com crianças saibam quando devem tomar medidas para conseguir cuidar de uma criança ou adolescente.
A lista visa ajudar ao separar sinais de doenças de humor típicas e comportamento perturbador ocasionais, como desafio, agressividade e impulsividade. O modelo para os itens foi baseado na relação de sete sinais de alerta para o câncer, emitida pelo Instituo do Câncer nos EUA.
Os sinais de alerta para doenças psiquiátricas precisam, muitas vezes, ser diferenciados de comportamento problemático de uma criança. Vestígios como extrema dificuldade para se concentrar ou ficar parado, causas de insucesso escolar, sentimentos que deixam os pequenos muito tristes ou retirados, por exemplo, podem ser um problema, se permanecerem por duas semanas ou mais.
O grupo, liderado pelo psiquiatra Peter Jensen da Mayo Clinic, entrevistou cerca de 6.000 famílias para elaborar a lista que foi testada em crianças que já possuíam diagnóstico de transtornos psiquiátricos, para ver se ela teria previsto as suas condições.
Abaixo estão os 11 sinais de alerta que os pais devem prestar atenção:
1- Criança que se sente muito triste ou fica isolada por duas semanas ou mais;
2- Seriamente tentada em ferir ou matar a si mesma ou que tem planos para fazê-lo;
3- Medo assustador sem razão, às vezes, com um coração disparado ou respiração rápida;
4- A que se envolve em várias brigas;
5- Comportamento fora de controle, que pode machucar a si mesma ou aos outros;
6- Aquela que não come, vomita ou usa laxantes para perder peso;
7- Que tem preocupações excessivas ou medos que atrapalhem as atividades diárias;
8- Extrema dificuldade em concentrar-se ou permanecer quieta a ponto de ter insucesso escolar;
9- Graves alterações de humor que causam problemas nas relações;
10- Mudanças drásticas no seu comportamento ou de personalidade;
11- Uso repetido de drogas e álcool.
2- Seriamente tentada em ferir ou matar a si mesma ou que tem planos para fazê-lo;
3- Medo assustador sem razão, às vezes, com um coração disparado ou respiração rápida;
4- A que se envolve em várias brigas;
5- Comportamento fora de controle, que pode machucar a si mesma ou aos outros;
6- Aquela que não come, vomita ou usa laxantes para perder peso;
7- Que tem preocupações excessivas ou medos que atrapalhem as atividades diárias;
8- Extrema dificuldade em concentrar-se ou permanecer quieta a ponto de ter insucesso escolar;
9- Graves alterações de humor que causam problemas nas relações;
10- Mudanças drásticas no seu comportamento ou de personalidade;
11- Uso repetido de drogas e álcool.
Por Dr. José Luiz Setúbal
Fonte: Child Mind Institute (Nov- 2011)
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